quarta-feira, 20 de maio de 2009

Hora de Dormir

Quando eu era criança eu e meu irmão dormíamos pontualmente as 8 da noite. Era o Cid Moreira dar "boa noite" no JN pra gente dar "boa noite" do lado de cá e cair na cama. Novela das oito era um luxo, só às sextas e sábados. E eu não conseguia dormir. Levava horas. Mamãe, como toda mamãe, vinha com aquela história de "é só fechar o olho que o sono vem".

O sono não vinha e até os 15, 16 anos eu achei que seria uma dessas pessoas insones, que não dormem. Já na faculdade, com independência sonífera e indo dormir e acordar a hora que quiser (desde que não reprovasse...) descobri que a história era outra. As pessoas tem horário pra dormir, e o meu é lá pelas 3 da manhã - nunca depois das 4, 5 horas. Com luz do sol eu não durmo e ouvir os passarinhos começarem a cantar é misto de deprimente com revoltante, dá vontade de jogar um balde dágua em todos eles.

É o horário que eu procuro alguma coisa light pra ver, fico entre as séries do SBT (adoro Divisão Criminal - The Closer) e as do Nick At Nite (Agente 86 sempre foi meu favorito... e a Feiticeira!). Durmo em dois palitos e só acordo no outro dia.

E você, que horas dorme?

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Chove Chuva

Almocei com o Mel, fui pra minha consulta. Entrei no metrô num dia ensolarado e desci 3 estações depois num outro dia, nublado, ventando, pessoas correndo pra se esconder da chuva que já começava. Na hora de ir embora, tive que pegar um táxi ou então me molhava todo.

Resultado: a minha volta pra casa, que custaria 3 reais, custou 30. Foi o preço de chegar seco em casa.

Só pra desabafar.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Feriado! O que é isso?

Ê, minha Sampa querida!

Final de semana cheio de opções na urbe, e um feriadinho pra favorecer. Geralmente não curto muito feriados, mas... Como as mudanças acontecem (como citado dois posts abaixo, num dia mais sério), estou começando a curtir.

Voltando às tais opções da urbe, a Virada Cultural vai pegar o sabadão e o domingo. Podem olhar que tem agendas em tudo que é veículo de comunicação da Paulicéia.

Só que alguém me pôs uma música na cabeça... num momento ímpar e até meio inacreditável para espíritos menos preparados. E música me prende... no bom sentido.

E eu acho que vou seguir aqueles acordes, aquela letra deliciosa e pretensamente ingênua, que acalma e encanta.

Ao vivo, já pensou? No coração da minha amada urbe, que pretendo explorar muito já que vou para uns cantos dos quais eu tou com saudade.

Ninguém entendeu nada, né?

Nem eu. Mas tá tão gostoso assim... Rsrsrs

terça-feira, 21 de abril de 2009

Fatos da Vida - É Fantástico

Fato 1. O número de taxis diminui em feriados.

Fato 2. "Não ter nada pra fazer" não quer dizer que não tem alguma coisa que você DEVERIA estar fazendo.

Fato 3. Não almoçar não quer dizer que você pode jantar duas vezes!

Fato 4. O meu twitter teve quase 50 adições nesse feriado. Com isso, cheguei a (humilde, mas bonitinha) marca dos 500 seguidores. Tenho a impressão de que a matéria do Fantástico foi, em parte responsável por isso. Ela não bombou o perfil do programa (que nesse momento nem chega aos 8 mil, menos que o Danilo Gentili ou a Rosana Hermann), mas também, pensem direito: quem é que quer saber "antes" todas as "novidades" do programa da semana? Acho que a matéria serviu mais pra chamar atenção para o próprio serviço. É isso!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Não sirvo pra postar em Blog

Olha... Sei que de autobiográfico esse blog não tem muita coisa...

Mas de onde vem essa caspita dessa insônia dos últimos dias?

Domingo fiquei com rinite, meio fechando o nariz, embora não fosse gripe. A garganta cismou de tentar inflamar, mas debelei tranquilamente. Fora que andei pra caramba, mas essa parte foi boa.

O tradicional Vanilla do Starbucks não pareceu tão gostoso pela primeira vez na vida, mas não era culpa deles.

Aí o bobo aqui reinstalou internet em casa. Mas isso foi bom também.

Tou bom de resumo hoje! Rsrsr

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Aparências enganam

Hoje não foi um dia fácil... O que não quer dizer que não tenham acontecido coisas boas, ou mesmo engraçadas.

Fui tomar um café no brasileiros depois do almoço e me sentei nas grandes poltronas lá de trás, para ler e descansar. Nisso, chega uma moça muito simpática, muito bem vestida, bonita em seus cabelos curtinhos, com um penteadinho que eu não sei como se chama, mas não faria diferença saber... Só sei qe tá muito em voga.

Puxou papo, me perguntando sobre uma crônica que eu lia numa revista. O assunto foi sendo emendado em outro, em outro e em outro.

O legal foi quando ela me perguntou o que eu havia estudado e fez uma cara de cálculo... "Mas... tão novinho assim?"

Pergntei a idade dela e comecei a rir.

"Que foi?" - ela perguntou, rindo também.

Quando soube que eu tinha oito anos a mais que ela, soltou o maior palavrão e todo mundo olhou.

Caí de rir.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Das vantagens de ir a pé para o trabalho


Acordar e, como de costume, ir à janela para ver como está o tempo (e ficar feliz por o dia estar lindo, o primeiro ensolarado da primavera que chegou).

Tomar um banho ouvindo o CD novo (Carla Bruni, uma opção diferente), e vestir uma roupa leve (finalmente!) após tantas semanas de agasalho. Como é sexta-feira, um bom par de tênis confortáveis ao invés de sapatos.

Aí é que chega a parte de lá do título, de sair caminhando pela urbe.

Ver a vizinha nova saindo com um bebê que te dá o sorriso mais gostoso do mundo, e depois fica olhando os periquitos em revoada fazendo algazarra, deitado no carrinho mirando o céu azul.

Passar no Mc e pegar aquele copo de café com leite pra viagem (pra variar, eu andando na rua com um café na mão... muuuuuito original! Rsrsrs). E ser bem atendido, o que é melhor ainda.

Encontrar todos os semáforos (semáforos... é, me empaulistei MESMO) do caminho favoráveis a você e, na única rua que não os tem, o taxista pára o carro e te dá passagem. Gentileza ainda existe e faz muito bem (a quem dá e recebe).

Na frente do escritório do famoso canal de TV a cabo, a moça desconhecida de óculos escuros te pergunta as horas, e aproveita para emendar com outra pergunta: “O que é isso aí que você ta tomando? Parece estar muito bom!” A pergunta pelas horas vira um papinho rápido e gostoso de menos de um minuto. Ela tem que trabalhar e você também...

Num cruzamento, outra moça, ainda mais bonita, dentro do Golf preto ouvindo “Your Song” em alto e bom som (é a primeira vez que ouço alguém ouvir uma música decente com o som do carro a todo volume, pois geralmente o gosto musical do dono do carro é inversamente proporcional ao volume do rádio). Ela canta junto com o Elton John e sorri, divertidamente acanhada, percebendo que você olhava. Você devolve o sorriso, lembra da cena do “Moulin Rouge” e a música te acompanha, na cabeça, até a esquina do escritório.

Justamente nessa esquina, o rapaz te oferece o jornal (daquele distribuído nos... semáforos!). O jornalzinho é meio ruim, mas o rapaz oferece com tanta educação e tão sinceramente, que você aceita só por causa dele.

Você chega ao trabalho, agradece a Deus pela caminhada, tira os óculos escuros, termina de tomar o café com leite...

E escreve o primeiro post, após muito tempo de insistência de amigos!

E você? Repara no que vai colhendo pelo caminho rumo ao trabalho?